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Por que tento e não consigo emagrecer?

Chegou um momento em que você se deparou obeso e questionou-se como chegou a esse ponto. Tantas doenças o acompanham e você não sabe nem por onde começar.

 

Calma! Nós podemos te ajudar.

 

No passado longínquo a comida era rara e o homem gastava muita energia para consegui-la. Havia uma grande atividade física constante tanto para a autoproteção quanto para a obtenção de comida. Eram tempos de escassez e por isso desenvolvemos a necessidade de comer tudo que estivesse ao alcance e de fazer reservas energéticas, pois não se sabia quando seria a próxima refeição.

 

Com o desenvolvimento o homem conheceu a abundância e a segurança sem necessitar tanto esforço e gasto de energia, o que marcou o início de uma nova era: a do sedentarismo e da comilança desregrada. Aprendemos a refinar industrialmente o trigo e o açúcar deixando-os sem fibras. Surgiram as comidas de baixo volume, hipercalóricas e não perecíveis como pão, bolacha, chocolate, etc. Esse tipo de comida, de facílima digestão e prontamente absorvida, altera a produção dos hormônios intestinais, não causa saciedade e, na falta deles, o corpo é induzido a comer sem parar. Assim, o progresso tecnológico da humanidade induz a obesidade, pois come-se muito e gasta-se pouca energia.

 

Hoje a obesidade é um problema epidêmico de saúde. Além do simples acúmulo de gordura provoca uma alteração nos hormônios que regulam as gorduras orgânicas e gera um estado inflamatório. A obesidade está relacionada às doenças crônicas, como diabates, doenças cardiovasculares, depressão, doenças osteoarticulares, Alzheimer e várias outras. O foco da atenção à saúde na obesidade é extremamente necessário, porque está afetando a economia dos países e das famílias, levando a gastos excessivos com comida e consequentemente tratamentos e medicamentos, que vêm empobrecendo a população.

Por que tento e não consigo emagrecer?

 

Dizem que a obesidade é a expressão concreta de um conflito psíquico/emocional, ou seja, a pessoa não consegue se resolver no nível emocional, isso gera angústia e ela acaba “descontando” na comida.

 

Isso é um equivoco. 

 

Essa forma de encarar o sobrepeso e a obesidade prejudica muito a sociedade. É um reducionismo que leva as pessoas a se sentirem culpadas, impedindo uma visão mais clara das causas que levam ao acúmulo de gordura e à obesidade.

 

No Instituto Aleema desenvolvemos uma dinâmica para que a pessoa compreenda o processo social que a envolve. Temos aprendido que é necessário empoderar as pessoas por meio de conhecimentos sobre si mesmo e sobre o contexto em que se vive. Sua maneira de estar e reagir nesse mundo em que vivemos é muito importante e por isso reunimos os alunos em grupos, as chamadas Comunidades de Autocuidado.

 

É preciso passar por um processo que oriente e acompanhe você até que possa sentir as diferenças em seu próprio corpo, entendendo que cada tipo de personalidade tem sua reação ao processo de autocuidado. Há pessoas mais rígidas, que não gostam de ser advertidas e restingidas, por isso não conseguem aderir a nenhuma dieta. Há a mais amorosas, que valorizam o ritual do convívio social. Há aquelas mais práticas e outras que tem paixão pela saciedade do prazer imediato.

 

O Instituto Aleema está preparado para te fazer entender seu tipo de personalidade e quais são seus mecanismos de fuga para o emagrecimento. Após esse processo é preciso tomar consciência dos padrões de obesidade. 

Existem três padrões de obesidade:

a obesidade visceral, a obesidade subcutânea e a obesidade combinada.

Se inscreva gratuitamente e descubra quais são os padrões de obesidade e qual é o seu, quais as consequências deste padrão e como podemos te ajudar. 

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